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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Imóveis de um quarto são 40% dos lançamentos do DF, diz associação


Segundo Ademi-DF, metro quadrado varia entre R$ 4 e R$ 10 mil.
13,8% dos domicílios do DF têm apenas um morador, aponta IBGE. 

 Apartamentos de um quarto e quitinetes já representam 40% dos lançamentos imobiliários no Distrito Federal, informa a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF). Os imóveis têm entre 30 e 65 metros quadrados e metro quadrado que custa entre R$ 4 mil e R$ 10 mil, dependendo da localização.

“Cerca de 40% dos lançamentos que são feitos em Brasília são de imóveis nesse perfil”, afirma presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do DF, Adalberto Valadão.

Segundo o IBGE, a região Centro-Oeste apresentou, em 2011, o maior percentual de domicílios com apenas um morador: 13,8%, dois pontos percentuais acima do registrado em 2009. Nacionalmente, esse percentual aumentou de 12% para 12,7%.

A procura por apartamentos pequenos está maior porque a maior parte da população de Brasília, mais de 50%, é formada por solteiros, viúvos, divorciados e separados e também porque há muita gente que vem de outros estados para trabalhos temporários ou para prestar concurso. São pessoas que querem boas moradias, com conforto, mas sem abrir mão da praticidade.

É o caso da advogada Cleide dos Santos Oliveira. Há um ano ela mora sozinha em um apartamento de um quarto em Águas Claras. Saiu de uma casa grande para o espaço de cerca de 40 metros quadrados. A advogada só vê vantagens na moradia menor.
“Eu optei pela praticidade, pela facilidade na limpeza, especialmente pela segurança, fala a advogada.

data: 24/10/2012
fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/10/apartamentos-de-um-quarto-sao-40-dos-lancamentos-imobiliarios-do-df.html

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Imóveis são investimentos lucrativos no Distrito Federal

Pequenos imóveis, como quitinetes e apartamentos de um ou dois quartos, são os mais rentáveis
Em 2010, um apartamento de dois quartos em Brasília estava avaliado em R$ 460 mil e custa hoje R$ 650 mil, ou seja, estima-se uma valorização de quase R$ 200 mil. Os números são dos Boletins da Conjuntura Imobiliária, divulgados pelo Sindicato de Habitação do DF (Secovi/DF). Para o presidente do Secovi/DF, Carlos Hiram, com uma boa consultoria, este certamente é um investimento com lucro. “O preço de um imóvel sobe, em média, 20% ao ano, mas podem ocorrer picos de valorização. De 2006 para 2009, por exemplo, houve imóveis em Brasília que dobraram de preço”, conta.

A população de Brasília cresceu cerca de 20% e chegou a quase 2 milhões e meio de habitantes. A capital federal já é a quarta cidade mais populosa do país, com o PIB per capta três vezes maior que a media nacional. Brasília é uma cidade planejada e as áreas nobres para construção no Plano Piloto estão praticamente esgotadas. Há pouca oferta e grande procura, o que gera valorização em curto prazo.
Segundo Carlos Hiram, bons investimentos para qualquer região são quitinetes ou apartamentos de um ou dois quartos. “Existe um grande fluxo de pessoas com boa capacidade de pagamento. Jovens que engessaram no mercado de trabalho e famílias recentemente formadas, por exemplo, estão demandando imóveis menores. Além disso, esses investimentos também possuem boa rentabilidade que quer dizer um maior valor de aluguel em relação ao preço do imóvel”, explica.

O boletim feito pelo Secovi/DF em parceria com a Econsult - Consultoria Econômica do Departamento de Economia da Universidade de Brasília, mostra que em julho foram ofertados, no Distrito Federal, 24.485 imóveis para comercialização. A parcela mais expressiva da amostra são apartamentos de dois dormitórios, que representam cerca de 42% do total.

Para quem deseja comprar o imóvel na planta, Carlos Hiram recomenda uma maior atenção. “É necessário que o interessado na compra procure referencias sobre a construtora, certifique se a documentação está certa, se a construção está cadastrada no cartório e também os prazos de entrega do imóvel”, aconselha.

Investimentos no setor imobiliário 
O estudo do Secovi/DF também apresenta o Índice de Rentabilidade Imobiliária, que mede o rendimento obtido por meio da locação de imóveis nas diferentes regiões do Distrito Federal. O Guará apresenta a maior rentabilidade na categoria Quitinetes, com valorização de 0,45%. O preço mediano de comercialização de uma quitinete no Guará é de R$175 mil. Assim, o investidor teria com a taxa apresentada de 0,45%, um rendimento de R$ 9.215,20 em doze meses ao alugar o imóvel.

O maior preço para locação encontra-se em Brasília, enquanto os menores valores provêm dos imóveis em Taguatinga. No Plano Piloto, o aluguel mensal de uma quitinete é em média R$ 1000, já em Taguatinga, é R$ 450. O aluguel de apartamentos de um, dois e três quartos em Brasília custa em média R$ 1200, R$ 2 mil e R$ 2900, respectivamente. Já em Taguatinga, os valores são de R$ 650, R$ 825 e R$ 1200. Ou seja, com R$ 1200, por exemplo, o interessado aluga um apartamento de três quartos na Cidade Satélite e um de apenas um quarto no Plano Piloto.

Crescimento do poder de compra 
Dados do IBGE mostram que a classe C, percentual populacional com renda de 4 a 10 salários mínimos, saiu de 37% do total da população brasileira em 2002 para 49,7% em 2009, o que representa 95 milhões de pessoas. Hoje, essa nova classe C ganha melhores salários e tem ampla oferta de crédito tornando-se um potencial consumidor de produtos como imóveis, por exemplo.

Outro ponto interessante, com relação a dados demográficos do Distrito Federal, é a pirâmide etária. Ela é mais concentrada na área que abrange a faixa entre 15 e 40 anos, dentro da qual está cerca de 40% da população. Isto reflete tanto na atividade econômica quanto no setor imobiliário. Esta parcela da população caracteriza-se por representar pessoas majoritariamente em idade economicamente ativa, o que é favorável para o PIB local. Do ponto de vista do mercado imobiliário, o fato de 20% da população estar na faixa entre 25 e 35 anos é vantajoso, uma vez que esta corresponde a uma fase de formação de família e, como consequência, compra e locação de imóveis.


fonte: 02/10/2012
http://www.lugarcerto.com.br/app/402,61/2012/09/05/interna_ultimas,46086/imoveis-sao-investimentos-lucrativos-no-distrito-federal.shtml

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Condomíninio não precisa indenizar bicicleta furtada em garagem


Decisão do 4º Juizado Cível de Brasília, ratificada pela 1ª Turma Recursal, entendeu ser improcedente o pedido de indenização de uma moradora que teve a bicicleta furtada na garagem de edifício residencial, na Asa Sul. 

No caso do furto da bicicleta, a juíza responsável anota que o STJ já pacificou entendimento no sentido de que o condomínio apenas será responsabilizado pela reparação dos prejuízos experimentados pelos condôminos em decorrência de furtos praticados nas áreas comuns e autônomas do edifício quando houver cláusula expressa na respectiva convenção.

A magistrada ressalta que "quanto à administração do condomínio, direitos e deveres dos condôminos, prevalece a autonomia da vontade, criando-se normas internas de cunho contratual mediante votação e aprovação nas assembleias. Por isso, a instalação de câmeras de segurança não é suficiente a atrair a responsabilidade ao condomínio quando os condôminos livremente escolhem não suportar o ônus de arcar solidariamente com os prejuízos decorrentes de fatos ocorridos no interior do condomínio".

Como o regimento interno do condomínio em questão (Associação Dos Permissionários da SQS 110 Bloco JK) não prevê cláusula assecuratória de prejuízos materiais experimentados pelos condôminos, ao contrário, o art. 25 é claro ao dizer que a Associação não se responsabiliza por qualquer roubo e/ou furto ocorrido no interior da garagem, a julgadora concluiu ser improcedente o pedido, não havendo, pois, o dever de indenizar. Não cabe recurso.

fonte: 18/09/2012
http://juristas.com.br/informacao/noticias/condomininio-nao-precisa-indenizar-bicicleta-furtada-em-garagem/23653/

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Mudança na caderneta de poupança favorece negociações no setor imobiliário


Na contramão das crises econômicas atuais vividas por vários países europeus, o Brasil apresenta sinais de confiança na política monetária nacional. Com o recente anúncio do governo sobre a mudança das regras da caderneta de poupança, os envolvidos com financiamentos habitacionais também devem se beneficiar. Entenda como funciona a portabilidade de créditos imobiliários e como as novas medidas poderão afetar seu bolso na hora de investir em um imóvel.

De acordo com o Ministério da Fazenda, apesar de não haver relação direta entre alteração na remuneração dos novos depósitos de poupança e a redução nas taxas de juros dos financiamentos habitacionais já existentes, pode-se entender que com a eventual queda das taxas de juros da economia, inevitavelmente, há a possibilidade de instituições quererem financiar imóveis a taxas menores do que as dos contratos já firmados. Neste caso, os mutuários interessados em aproveitar as novas taxas podem fazer a portabilidade – respaldada por lei, em vigor desde 2006 - de sua operação bancária para outra instituição.

De acordo com o economista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Roberto Piscitelli, atualmente, a pessoa interessada em fazer a portabilidade precisa apenas se dirigir a instituição e pedir que a transição seja feita. No entanto, o economista alerta: “É verdade que o banco faz corpo mole e fica tentando segurar o cliente, mas é preciso manifestar firmemente sua intenção”. Piscitelli recomenda que se a transferência não for feita, o mutuário deve procurar os órgãos responsáveis pela defesa do consumidor para fazer uma denúncia dessa instituição e cobrar seus direitos. “Mas não há razão para o banco não fazer a transferência. A não ser, é claro, que você queira fazer a portabilidade para um banco que não tenha essa modalidade de operação”, explica. 

Ainda segundo o economista, com o aumento da concorrência entre os bancos nos últimos anos, já é possível encontrar diferenças de ofertas. “Essa é uma das intenções ao colocar essa nova política monetária e de crédito. Bancos têm mais condição de concorrer hoje. Se os privados não forem mais agressivos vão perder fatias crescentes do mercado”, ressalta. Para Piscitelli, é imprescindível que as instituições privadas ofereçam opções vantajosas de financiamento e taxas de juros, pois a tendência é que as pessoas migrem para os bancos públicos.

O economista destaca que, mesmo com a intenção de fazer a portabilidade, é preciso ter paciência e ficar atento a todas as oportunidades do mercado. “Igual quando você vai comprar um eletrodoméstico ou qualquer produto, você vai querer fazer uma pesquisa de mercado para ver qual é mais vantajoso. O ideal é conversar com duas ou três instituições diferentes”, aconselha. No mais, Piscitelli acredita que com a portabilidade em alta os clientes tendem a se beneficiar, já que com isso os bancos terão que se preocupar em agradá-los cada vez mais.

Para o vice-presidente de Comunicação e Marketing do Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SecoviI/DF), Gilvan João da Silva, apesar da conveniência proporcionada pela portabilidade, o caminho mais eficaz para conseguir melhores oportunidades de mercado é tentar repactuar isso no próprio banco em que o imóvel foi financiado. “Ele [o banco] já te conhece, entende seu perfil e suas necessidades”, opina. 

Silva ressalta que é preciso que os mutuários estejam atentos ao custo financeiro da possível troca de instituições. “Quando você faz isso existem custos administrativos. O banco pode cobrar tarifa para fazer a operação e custo de registro também. Além disso, depois que a operação é concluída no banco, tem que ser feita alteração no registro de imóveis”, lembra. O principal é colocar na balança os gastos que você terá com a portabilidade e se eles valerão a pena quando postos em comparação ao atual plano em que você se encontra.

Novas medidas

O economista e professor Roberto Piscitelli não vê necessidade do recente anúncio do governo sobre estudar novas regras para facilitar portabilidade do crédito imobiliário. “Não vejo a primeira vista a necessidade de normas adicionais, tem que cumprir a legislação que já existe e permite que essa operação seja realizada. Normalmente o que se percebe é que cada banco tem normas de regimento interno. Então, de acordo com as políticas de cada instituição isso será firmado”, explica. No entanto, para Gilvan João da Silva, é preciso entender que a portabilidade existia antes, mas sem o destaque atual. “Nem sempre havia boa vontade dos agentes financeiros de fazer isso”, observa. “Essas medidas nem sempre tem efeito rápido. No mercado imobiliário, as movimentações são lentas e você só começa a sentir o efeito delas com mais de um ano de implementação”, avalia.

fonte: 21/05/2012
http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2012/05/18/interna_ultimas,45828/mudanca-na-caderneta-de-poupanca-favorece-negociacoes-no-setor-imobiliario.shtml

quarta-feira, 11 de abril de 2012

DF recebe terras cedidas pela União

Distrito Federal ganha mais de 20 milhões de metros quadrados de terrenos. Áreas serão utilizadas para construção de um Centro de Treinamento da Polícia Civil, edificação de 5 mil habitações e ampliação de reserva ambiental

A União oficializou nesta terça-feira (3/4) a cessão e a doação de 24,5 milhões de metros quadrados a 17 cidades brasileiras, entre imóveis e terrenos. Ao Distrito Federal foram cedidos mais de 20 milhões de metros quadrados. As áreas serão destinadas a iniciativas e projetos de regularização fundiária, educação, saúde, desenvolvimento econômico e preservação ambiental, conforme a necessidade de cada localidade.

O governador em exercício, Tadeu Filippelli, esteve na solenidade de assinatura das portarias de cessão e doação, na tarde desta terça-feira (3/4), no Ministério do Planejamento. Para ele, a incorporação dos espaços representa um ganho inédito para o Distrito Federal.

“Esta destinação de terras possui importância de grande envergadura para o DF. Brasília ainda não tinha desfrutado plenamente do momento propício que o país vive desde o governo Lula. Sem dúvida, esta assinatura beneficiará não apenas os moradores da capital, mas todos os brasileiros”, destacou o governador em exercício.

Distrito Federal 
Mais de 18,8 milhões de metros quadrados cedidos estão na Região Administrativa de Sobradinho e serão incorporados à Reserva Biológica da Contagem, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A ampliação da área de preservação permitirá que 31 famílias permaneçam no local.

Em 911 mil metros quadrados, também em Sobradinho, haverá a construção de um Centro de Treinamento da Polícia Civil na Fazenda Sálvia. O local poderá ser usado por corporações de todo o país.

A Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia (AMMVS) receberá 1,3 milhão de metros quadrados no Riacho Fundo II. No local, está prevista a edificação de mais de 5,1 mil habitações de programas dos governos federal e do Distrito Federal. A Associação representa 207 entidades do movimento social de habitação do DF e foi a responsável pela elaboração e licenciamento dos projetos urbanístico e ambiental.

Pelo contrato, caberá ao GDF a seleção das famílias com base nos critérios da política habitacional e a implantação de infraestrutura urbana. Os lotes serão comercializados pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Já a Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que fez a doação das terras, entregará os títulos às famílias.


Divisão

Dos 24,5 milhões de metros quadrados cedidos e doados pela União, 19 milhões serão destinados à regularização fundiária, 2,2 milhões para educação, 1,4 milhões para o Programa Minha Casa, Minha Vida, 1 milhão para a área social, 1 milhão para desenvolvimento econômico e 900 mil para preservação ambiental.

Segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, as terras vão ser aproveitadas de forma mais eficiente. “Não tem sentido o governo federal ficar com áreas não utilizadas ou subutilizadas se podemos usá-las para benefícios como a construção de uma casa, de uma unidade de saúde, de educação, ou ainda para o desenvolvimento das economias locais”, justificou a ministra, acrescentando que a União seguirá com uma política ostensiva de utilização das áreas públicas federais por meio da Secretaria do Patrimônio da União (SPU).

Também estiveram presentes à solenidade de assinatura o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Geraldo Magela; o presidente da Terracap, Luís Antônio Reis; a secretária-adjunta de Patrimônio da União, Maria Rosa Lazinho; o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação, Amaro Lins; e a diretora do ICMBio, Silvana Canuto Medeiros; além de parlamentares, prefeitos, representantes de universidades e outras autoridades.

Cidades beneficiadas 

Além das cidades de Sobradinho e Riacho Fundo, no Distrito Federal, os seguintes municípios receberão terrenos da União: Camaçari (BA), Livramento de Nossa Senhora (BA), Areia (PB), Angicos (RN), Mandaguaçu (PR), Maringá (PR), Novo Hamburgo (RS), Cerro Largo (RS), Santo Ângelo (RS), Florianópolis (SC), Guarapari (ES), Caeté (MG), Belo Horizonte (MG), Carangola (MG) e Rio de Janeiro (RJ).

Fonte: 11/04/2012
http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/ultimas/2012/04/04/interna_ultimas,45708/df-recebe-terras-cedidas-pela-uniao.shtml

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Financiadora de imóveis é denunciada por esquema de pirâmide

Organização que sorteia cartas de crédito a associados desempenha irregularmente atividade de instituição financeira
São Paulo – O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra o presidente de uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) que operava um esquema de pirâmide para captar recursos e conceder cartas de crédito para compra de imóveis sem autorização do Banco Central.


Carlos Alberto Lilienthal Rotermund, presidente da Associação Frutos da Terra Brasil (AFTB), foi denunciado por operação de instituição financeira sem autorização e pelo uso indevido de selo de órgão público federal. Ao oferecer a denúncia, o MPF requereu à Justiça Federal que determine a retirada do site da instituição do ar num prazo de 48 horas.

Fundada em 2007, a AFTB se diz voltada para o desenvolvimento social e econômico por meio do combate ao déficit habitacional no país. A entidade opera um Fundo Rotativo Solidário e concede cartas de crédito por meio de sorteios entre os seus associados, que conseguiriam financiar imóveis em até 30 anos, sem juros, sem entrada e sem comprovação de renda. Os associados são levados a fazer contribuições e conseguir a participação de novos associados, com a finalidade de obter “mérito” para o sorteio das cartas de crédito.

O inquérito policial foi aberto em fevereiro de 2010, depois que o Ministério da Justiça comunicou ilegalidades, como o uso irregular do símbolo do ministério no site da associação. Em depoimento à polícia, o presidente da AFTB confirmou operar um sistema de “pirâmide”, no qual as contribuições dos associados são aplicadas em aplicações como CDBs ou usadas para o custeio da associação. Com 12.000 associados no país numa espécie de consórcio, a AFTB concederia as cartas de crédito a partir do capital formado pelas contribuições.

No mesmo depoimento, Rotermund afirmou, ainda, que o mérito para a contemplação leva em conta a quantidade de recursos arrecadada pelo associado. De acordo com ele, não há seguro ou garantia de recebimento do crédito prometido. Robermund alegou, ainda, não saber em que bancos a associação mantém conta.

Em junho do ano passado, a AFTB anunciou a suspensão do modelo de Marketing Multinível – em que um associado a uma instituição ganha benefícios ao trazer novos associados – por não ser regulamentado no Brasil, o que traria “uma imagem negativa para a Organização”, diz o anúncio.

De acordo com a Procuradoria da República no Estado de São Paulo, o Banco Central publicou ofício declarando que a AFTB “não integra o rol de instituições autorizadas a atuar como instituição financeira ou administrar grupo de consórcio e tampouco realizou convênio de representação com empresa autorizada”. O BC informou ao MPF que as atividades da entidade violam as regras de qualificação e funcionamento das Oscips.

Apesar disso, o Ministério da Justiça teria renovado, em setembro do ano passado, a condição de Oscip da AFTB, conforme notícia publicada no site da entidade, relacionada à certidão de renovação. Segundo o Ministério da Justiça, no entanto, em dezembro foi publicada uma portaria que declarava a perda da qualidade de Oscip para a entidade. A AFTB teria 10 dias para recorrer da decisão após notificada pelo correio, mas o ministério ainda não recebeu aviso de recebimento da notificação por parte da associação. Na prática, portanto, a AFTB ainda é considerada uma Oscip. Procurada, a organização ainda não retornou o contato da redação.

Se condenado, o presidente da AFTB pode pegar até quatro anos de reclusão e multa. Caso a Justiça Federal aceite o pedido de retirada do site da AFTB do ar, o link deverá ser substituído, em até 48 horas, por uma mensagem, informando que ele foi retirado do ar por ordem judicial, sob pena de multa diária de 100.000 reais em caso de descumprimento. Na esfera cível, o Ministério Público do Rio de Janeiro já ajuizou uma ação civil pública.

Fonte: 04/02/2012
http://exame.abril.com.br/economia/brasil/habitacao/noticias/financiadora-de-imoveis-e-denunciada-por-esquema-de-piramide

Um quarto dos inquilinos deixa aluguel por casa própria

Valor alto dos aluguéis e dificuldades financeiras foram as razões que menos motivaram a devolução de chaves em 2011

Segundo principal motivo para devolução das chaves
 foi mudança para outra cidade ou estado
São Paulo – Um em cada quatro inquilinos da cidade de São Paulo que devolvem as chaves do imóvel alugado o fazem para se mudar para a casa própria, diz levantamento da imobiliária Lello. Os inquilinos preenchem um formulário no ato da entrega onde informam o motivo da desocupação. Entre janeiro e novembro de 2011, 26% dessas pessoas disseram ter comprado um imóvel.

O segundo motivo mais apontado pelos inquilinos que devolvem as chaves foi a mudança para outra cidade ou estado, que respondeu por 18% das desocupações dos imóveis. Em 15% do total de desocupações, foi o proprietário que pediu o imóvel de volta, para uso próprio ou revenda.

Entre os motivos menos apontados para a devolução das chaves estavam mudança para um imóvel mais próximo ao local de trabalho (10%), aluguel de um imóvel maior (9%) e mudança para imóvel menor (5%).

Curiosamente, os valores altos dos aluguéis em algumas regiões de São Paulo não foram, no ano passado, grandes motivadores de devolução de chaves por parte dos inquilinos. Os motivos menos apontados foram valor alto do aluguel (4%) e dificuldades financeiras (3%). Os restantes 10% das desocupações tiveram outros motivos.

Fonte: 04/02/2012 Colaborador: Fred Melo
http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/um-quarto-dos-inquilinos-deixa-aluguel-por-casa-propria


Um quarto dos inquilinos deixa aluguel por casa própria

Valor alto dos aluguéis e dificuldades financeiras foram as razões que menos motivaram a devolução de chaves em 2011


Segundo principal motivo para devolução das chaves
 foi mudança para outra cidade ou estado
São Paulo – Um em cada quatro inquilinos da cidade de São Paulo que devolvem as chaves do imóvel alugado o fazem para se mudar para a casa própria, diz levantamento da imobiliária Lello. Os inquilinos preenchem um formulário no ato da entrega onde informam o motivo da desocupação. Entre janeiro e novembro de 2011, 26% dessas pessoas disseram ter comprado um imóvel.


O segundo motivo mais apontado pelos inquilinos que devolvem as chaves foi a mudança para outra cidade ou estado, que respondeu por 18% das desocupações dos imóveis. Em 15% do total de desocupações, foi o proprietário que pediu o imóvel de volta, para uso próprio ou revenda.


Entre os motivos menos apontados para a devolução das chaves estavam mudança para um imóvel mais próximo ao local de trabalho (10%), aluguel de um imóvel maior (9%) e mudança para imóvel menor (5%).


Curiosamente, os valores altos dos aluguéis em algumas regiões de São Paulo não foram, no ano passado, grandes motivadores de devolução de chaves por parte dos inquilinos. Os motivos menos apontados foram valor alto do aluguel (4%) e dificuldades financeiras (3%). Os restantes 10% das desocupações tiveram outros motivos.


Fonte: 04/02/2012 Colaborador: Fred Melo
http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/um-quarto-dos-inquilinos-deixa-aluguel-por-casa-propria



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O BRASIL NA VISÃO DOS AMERICANOS (REPORTAGEM DA TV AMERICANA)

Reportagem da TV americana mostrando o potencial do Brasil.Muito interessante.O programa que fez esta reportagem chama - se 60 minutes da tv CBS. Não quer dizer que a reportagem sobre o brasil tenha 60 minutos, a reportagem está completa e dura 13 minutos.Reparem quando o reporter compara Brasília a cidade dos Jetsons(desenho animado futurista dos anos 60), fala da alta tolerância dos brasileiros a corrupção, a falta de ambição e o famoso jeitinho brasileiro. 



Faltou falar é claro,do maior responsável do bom momento que o Brasil atravessa = O PLANO REAL.

Caso queira ver esta reportagem em janela maior ou direto do site original, clique em YOUTUBE, no canto inferior direito do vídeo.

fonte: 02/02/2012 
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=DMM7OJ_Kj9I
Colaboração: Nildo Oliveira